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Transplante de fezes consolida-se como opção de tratamento contra infecção intestinal grave

Resultados preliminares de uma pesquisa científica evidenciaram que as amostras de fezes de brasileiros sadios, em comparação com a dos norte-americanos também sadios, possuem cerca de 30% a mais de firmicutes, um filo de bactérias que faz parte da microbiota intestinal e atua em sinergismo no nosso organismo. Isso se traduz em um potencial mais protetor contra infecções intestinais graves por Clostridioides difficle e doenças como a retocolite e a doença de Crohn. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minis Gerais, vinculado à Rede Ebserh (HC-UFMG/Ebserh), em parceria com a companhia de biotecnologia norte-americana Rebiotix Inc.

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