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Estudo imunoistoquímico da via de sinalização canônica e não canônica da proteína Wnt em carcinoma colorretal e em mucosa não neoplásica

Artigo publicado no J. Coloproctol. (Rio J.) vol.35 no.3 Rio de Janeiro July/Sept. 2015

Rodrigo Felippe Ramos, Celina Tizuko Fujyiama Oshima, Thiago Simão Gomes, Ana Maria Amaral Antonio Mader, Caio Dal Moro Alves, Jaques Waisberg


RESUMO
O câncer colorretal está ligado a várias vias de sinalização, como a via Wnt. Nosso objetivo é detectar e veri?car a integridade das proteínas da via de sinalização Wnt no carcinoma colorretal e no tecido colorretal não neoplásico. Sessenta e quatro pacientes com carcinoma colorretal forneceram amostras de neoplasia e tecidos não neoplásicos, que foram colocadas em blocos de tissue microarray e submetidas à análise imuno-histoquímica. Os anticorpos primários utilizados foram Wnt-1, Wnt-2, Wnt-5a Frizzled-1, Frizzled-5 e axina. A imunoexpressão da proteína Wnt-2 foi signi?cativamente menor no tecido tumoral e a imunoexpressão da proteína axina foi signi?cativamente superior no tecido do tumor. Não houve diferença signi?cativa na expressão de Wnt-1, Wnt-5a, frizzled-1 e nas proteínas Frizzled 1 e 5 em ambos os tecidos. A maior expressão de Wnt-2 da proteína no tecido colorretal não neoplásico sugere a participação desta proteína durante o estágio de hiperproliferação da mucosa colorretal. O aumento da imunoexpressão da proteína axina no tumor colorretal sugere uma diminuição na formação do complexo de destruição da proteína ß-catenina.

Palavras-Chave: Neoplasias colorretais; Proteínas Wnt; Receptores frizzled; Complexo de sinalização da axina; Imunoistoquímica

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